sábado, 4 de abril de 2009

Meu eterno sentimento de três cores

Meu amado Grêmio, se fosses uma pessoa, iria ser tua maior fã, iria guardar fotos e autógrafos.
Se fosses um objeto, o manteria em lugar reservado e por ti teria o maior zelo do mundo.
Mas és um time de futebol. Como explicar tamanho amor?
Amor tipo o de mãe: eterno, intocável.
Ontem o tal de Inter completou cem anos. Fico feliz, mas minha felicidade aumenta quando vejo que tu tens idade maior e assim sendo, são eles que te copiam.
Fico feliz por não tomarmos conta do Rio Grande sozinhos, completando tudo de azul, preto e branco; pois iria ser sem graça.
Fico feliz ao ver que não sou a única a te aclamar fielmente.
Fico feliz por ter escolhido a ti, e ter certeza de que foi a melhor decisão da minha vida.

Hoje tem GREnal. Não me importo com o resultado.
Queria muito que o Celso Roth saísse, mas é meio complicado.
Vai ser no Beira-Rio, clima tenso.

Mas eu tenho minha esperança guardada.
Esperança azul, preta e branca.
Cores do meu coração.
E espero que perdoe a cor do meu sangue.