quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O que eu também não entendo

Sabe, eu não tenho culpa se as palavras escapam de mim.
E o que eu falo nem sempre é certo, e pode ser numa hora inexata.
E mesmo que eu pudesse controlar, culpa não sentiria.
As palavras saem, o que mais posso fazer?
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Então você tem mais uma de suas crises de cinco minutos.
E cara, eu não tenho culpa. Ninguém tem culpa se você resolve se transformar em outra pessoa.
É, mudanças são radicais e tem que estar preparado para comparações e reações.
Nem todo mundo tá acostumado com isso: uma menina (menina? tô sendo modesta) "do mundo" que agora é convertida.
Falava que odiava correntes, mas é a pessoa que mais me manda e-mail.
Contraditório, não?
Além do mais, fica falando coisas que não tem nada a ver.
Se quiser ser evangélica, seja. Eu não tenho que participar disso e nem quem não queira.
Fico realmente feliz por estar tomando rumos diferentes, espero que dê tudo certo.
E também ficar dando lição de moral do tipo "não aborte", "jesus está voltando"... Cara, olhe para os seus próprios pecados!
Pensei que fosse errado julgar atos alheios.
Na boa, pode ser uma paranóia minha, mas realmente isso tudo não me agrada.